<%@LANGUAGE="JAVASCRIPT" CODEPAGE="1252"%> Ricardo Amadasi - Comentários
   

 

Inauguração e Exposições
Calendário de Laços com as Comunidades Locais

Dia 28 de outubro de 2007, na inauguração do MAP, houve uma grande festa, momento de alegria, em que simbolicamente abrimos as portas do Museu junto com uma saudação organizada pela comunidade afro-brasileira de Diadema. Ao todo, contamos com a presença de aproximadamente 400 pessoas da comunidade local. Também estiveram presentes vários artistas populares da Grande São Paulo além da
presença de Odon Nogueira, artista que veio de Goiânia exclusivamente para a inauguração. Assim, já a primeira ação do MAP tem a marca da parceria - com grupos culturais locais e suas expressões sócio-culturais, artísticas e ou religiosas - e apontou ainda a direção que iríamos seguir, a da permanente articulação e participação comunitária.

Novembro de 2007 - O MAP foi selecionado pela Curadoria da Mostra de Arte Viva (Coletiva - Nacional) em Belo Horizonte - Encontro Nacional Teia Cultural 2007 - acervo de xilogravuras - exposto no Palácio das Artes de Belo Horizonte.

Dezembro de 2007 - abrimos nossa primeira exposição temporária “Fazendo Arte Professor?”, ação articulada com a Delegacia Regional de Ensino, que trouxe para o MAP a produção artística de professores da Rede Estadual.

Fevereiro de 2008 - realizamos uma vernissage e festa de louvor “Águas de Iemanjá”, exposição realizada com apoio e participação da Federação de Umbanda e Candomblé de Diadema - FUCABRAD - e da Comunidade Negra do Campanário.

Março de 2008 - abertura da exposição “A Poética e o Universo da Mulher”, comemorativa ao mês de março, realizada em parceria com a Casa Beth Lobo. Nesta mostra congregamos exposições relacionadas ao universo feminino - política, arte e fé - e em diversos suportes (cerâmicas, banners, fotografias, esculturas, máscaras, pinturas).

Abril de 2008 - abertura da exposição “Via Sacra, Os Caminhos da Fé”, coleções com representação das 14 passagens da via sacra - xilogravuras - Mestre Noza, Jerônimo Soares, José Lourenço e Marcelo Soares - Colaboração da Comunidade Eclesial de Base do Campanário - cessão por empréstimo de uma série de cartões da imagem de Cristo, que retratam todo o percurso e a passagem religiosa.

Maio de 2008 - abertura de exposição-solenidade em homenagem a “Francelino de Shapanan - a trajetória de um
Toy Vodunnon”. Pertences e referências ao universo religioso do candomblé. Realização conjunta com a Casa de Mina Toy Jarina, mesa de depoimentos, solenidade de homenagem; Comunidade Negra do Campanário, coreografia afro. Apoio da Faculdade de Teologia Umbandista - FTU - e da Federação de Umbanda e Candomblé de Diadema - FUCABRAD.

Junho de 2008 - abertura de exposição e festa popular “Arraiá do MAP”, exposição de objetos e obras artísticas que dialogam com a vida e as festas populares “caipiras”. Festa popular com música regional, quadrilhas e barracas de bebidas, doces e salgados. Realização conjunta com a FUCABRAD e Centro de Convivência do Idoso - CCI.

Julho de 2008 - exposição “Restos de um Naufrágio - Cipriano Souza”, 30 esculturas de caráter autobiográfico que retratam um período da trajetória de vida do artista. Doação do autor ao acervo do MAP.

Agosto de 2008 - abertura da exposição “Religiosidade Popular” Objetos, instalação, oratórios, esculturas, pinturas, fotografias e xilogravuras que revelam a fé e as diversas simbologias religiosas do povo brasileiro. Colaboração de devotos de diversas religiosidades e da FUCABRAD.

Setembro de 2008 - exposição “Pavão Misterioso”, inspirada no cordel homônimo, que traz à tona o imaginário poético dos artistas da cultura popular, expresso através de gravuras, pinturas e esculturas.

Outubro de 2008 - exposição “Brinquedos Populares”, brinquedos construídos artesanalmente pelos artistas
populares. Instalação e intervenção de Zé Pretinho, artista popular residente em Diadema.

Neste primeiro ano de existência do MAP a prática de exposições temáticas mensais foi uma rica experiência de trocas culturais que vivenciamos com a comunidade, pois se estabeleceu uma dinâmica muito interessante de organização e realização conjunta, parcerias com artistas populares, ou com alguma entidade, organização local, seja do poder público ou da sociedade.

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