O
artista é atraído pelo eterno feminino. As formas curvilíneas,
sensuais, do corpo de mulher são agora seu objeto de análise e
sublimação poética. Colocam-se junto a uma janela aberta,
a uma porta. Sentam-se numa cadeira inclinada. Miram-se no espelho. Sobem uma
escada em espiral. Estas esculturas passam ao espectador uma idéia de
liberdade, de espera, de prontidão, num clima expressivo e formalmente
refinado... Enock Sacramento – novembro de 1988.